domingo, 11 de abril de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
Lucas da Silva é o melhor do Skate Street no 3º Jump Festival
Texto de: 31/03/2010
Skate - Entre as modalidades disputadas na 3ª edição do Jump Festival estava o Skate Street, que realizou a final neste último domingo, dia 28 de março, em Jacareí, interior paulista. A prova foi bem acirrada, mas quem levou a melhor foi Lucas da Silva, que fez uma excelente volta.
"Eu fiz a minha parte e consegui encaixar muito bem as manobras. A galera mandou muito bem, mas acredito que tive sorte de conseguir fazer uma volta mais limpa e consegui ficar em primeiro", disse Lucas, que também elogiou bastante a estrutura da prova.
"O evento foi muito bom. Todos os atletas gostaram bastante. É divertido vir aqui e encontrar a galera de outras modalidades. Foi um evento realmente com nível de evento profissional, o que para nós, que ainda somos amadores, é muito legal", revelou o campeão. O 3º Jump Festival contou com disputas no BMX (Vertical e Street), Skate (Vertical e Street) e FMX.
Skate - Entre as modalidades disputadas na 3ª edição do Jump Festival estava o Skate Street, que realizou a final neste último domingo, dia 28 de março, em Jacareí, interior paulista. A prova foi bem acirrada, mas quem levou a melhor foi Lucas da Silva, que fez uma excelente volta.
"Eu fiz a minha parte e consegui encaixar muito bem as manobras. A galera mandou muito bem, mas acredito que tive sorte de conseguir fazer uma volta mais limpa e consegui ficar em primeiro", disse Lucas, que também elogiou bastante a estrutura da prova.
"O evento foi muito bom. Todos os atletas gostaram bastante. É divertido vir aqui e encontrar a galera de outras modalidades. Foi um evento realmente com nível de evento profissional, o que para nós, que ainda somos amadores, é muito legal", revelou o campeão. O 3º Jump Festival contou com disputas no BMX (Vertical e Street), Skate (Vertical e Street) e FMX.
terça-feira, 23 de março de 2010
Pelas Beiradas
A simplicidade se faz presente em um dos maiores nomes do skate nacional. O experiente Sandro Dias, o Mineirinho, carrega o status de ex-campeão mundial e não perde a simpatia e bom-humor, nem na hora de competir. Aos 34 anos, ele nos conta um pouco sobre os bastidores do Oi Vert Jam.
Você não esteve presente no Vert Jam do ano passado. Como se sente ao voltar para a disputa?
Estou muito tranquilo, com boas espectativas. Fiquei parado por 20 dias, pois estive na cobertura das Olimpíadas de Inverno do Canadá. Mas estou 100% inteiro, firme e forte.
Como está a sua preparação para a competição?
Os 20 dias serviram como descanso. Eu vinha num ritmo muito forte e intensifiquei por saber desse intervalo. A preparação não tem segredo. O negócio é botar o skate no chão e andar!
E os seus adversários? Algum favorito?
Não gosto de apontar favoritos. Mas acho que teremos boas surpresas por termos uma garotada nova vindo forte. E é claro que os experientes também vão dar trabalho! (risos)
No seu repertório de manobras, você pretende arriscar alguma surpresa?
Pretendo sim, mas vai depender da estratégia. Se eu já tiver garantido pontos, irei arriscar manobras inéditas em competições. Só não vou dizer o nome para não copiarem! (risos)
E a sua experência como ex-campeão mundial aumenta o respeito?
Não por isso. Estamos acostumados a competirmos sempre juntos, já nos conhecemos muito bem. Há um respeito e amizade natural entre todos os skatistas.
Por Raphael Dias Nunes
Você não esteve presente no Vert Jam do ano passado. Como se sente ao voltar para a disputa?
Estou muito tranquilo, com boas espectativas. Fiquei parado por 20 dias, pois estive na cobertura das Olimpíadas de Inverno do Canadá. Mas estou 100% inteiro, firme e forte.
Como está a sua preparação para a competição?
Os 20 dias serviram como descanso. Eu vinha num ritmo muito forte e intensifiquei por saber desse intervalo. A preparação não tem segredo. O negócio é botar o skate no chão e andar!
E os seus adversários? Algum favorito?
Não gosto de apontar favoritos. Mas acho que teremos boas surpresas por termos uma garotada nova vindo forte. E é claro que os experientes também vão dar trabalho! (risos)
No seu repertório de manobras, você pretende arriscar alguma surpresa?
Pretendo sim, mas vai depender da estratégia. Se eu já tiver garantido pontos, irei arriscar manobras inéditas em competições. Só não vou dizer o nome para não copiarem! (risos)
E a sua experência como ex-campeão mundial aumenta o respeito?
Não por isso. Estamos acostumados a competirmos sempre juntos, já nos conhecemos muito bem. Há um respeito e amizade natural entre todos os skatistas.
Por Raphael Dias Nunes
segunda-feira, 8 de março de 2010
Surpresa Marcelo Bastos vence a etapa carioca do Mundial de Skate Vertical
Paulista consegue duas voltas excelentes, bate os campeões mundiais Sandro Dias e Renton Millar e conquista primeira taça internacional
Nem Sandro Dias, nem Renton Millar. O título da etapa do Rio de Janeiro do Mundial de Skate Vertical, a primeira da temporada 2010, ficou com o paulista Marcelo Bastos. Com duas voltas excelentes, Bastos deixou para atrás um pentacampeão mundial e o atual campeão mundial para levantar sua primeira taça internacional. Campeão brasileiro de 2008, e morando nos Estados Unidos desde 2009, Bastos precisou torcer contra o americano Adam Taylor, que entrou na volta final empatado com ele (84,50). Taylor errou na passagem final e não melhorou sua média. O critério de desempate acabou sendo a melhor volta, e o brasileiro levou a melhor (88 contra 84,67 de Taylor).
- Sem palavras. Ganhar em casa, no Brasil é demais. Estava treinando na Califórnia treinando o ano inteiro. Estou emocionado de verdade - disse o skatista antes de ser abraçado por sua mãe, que acompanhou toda a disputa ao lado da pista.
O terceiro lugar ficou com Sandro Dias, que começou mal o evento, mas conseguiu, na última volta, uma performance espetacular, executando um aéreo body jam, que apenas ele consegue fazer em todo o mundo. Mesmo com a nota 91,16, Mineirinho terminou com 84 pontos de média. O quarto lugar ficou com outro brasileiro: Pedro Barros, o Pedrinho, de apenas 14 anos de idade. Favorito da torcida, Pedrinho mostrou nervosismo no início da disputa, mas, a exemplo de Sandro Dias, encerrou a sua apresentação com uma volta sensacional, que arrancou aplausos da torcida que lotava o Parque dos Patins, na Lagoa Rodrigo de Freitas, e um abraço de Sandro Dias, que vibrou muito com a apresentação de Pedrinho.
Como a fórmula de disputa previa que a nota final de cada competidor seria a média das duas melhores voltas, os atletas adotaram a estratégia de arriscar muito no início da disputa, buscando notas altas e tranquilidade para as voltas seguintes. Adam Taylor, que foi penalizado por abrir sua primeira volta antes da autorização dos juízes, sendo obrigado a entrar na pista após todos os demais, pulou na frente com uma nota 84,33. Com erros de todos os demais competidores até a terceira volta, o americano se manteve na liderança até a quarta volta de Marcelo Bastos, que encaixou diversas manobras difíceis e conseguiu nota 88 (veja no vídeo ao lado). Com a nota 81 de sua segunda volta, fez a média de 84,50, empatando com o americano, que teve 84,33 e 84,67 como suas duas melhores notas.
Confira a classificação final da etapa carioca do Mundial de Skate Vertical:
1) Marcelo Bastos (BRA) – 84,50 (88 no desempate)
2) AdamTaylor (EUA) – 84,50 (84,67 no desempate)
3) Sandro Dias (BRA) - 84
4) Pedro Barros (BRA) -79,83
5) Paul Luc-Ronchetti (ING) – 75,83
6) Edgard Vovô (BRA) – 73,83
7) Renton Millar (AUS) – 70,33
8) Alex Perelson (EUA) – 56,84
Fonte:GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro
Nem Sandro Dias, nem Renton Millar. O título da etapa do Rio de Janeiro do Mundial de Skate Vertical, a primeira da temporada 2010, ficou com o paulista Marcelo Bastos. Com duas voltas excelentes, Bastos deixou para atrás um pentacampeão mundial e o atual campeão mundial para levantar sua primeira taça internacional. Campeão brasileiro de 2008, e morando nos Estados Unidos desde 2009, Bastos precisou torcer contra o americano Adam Taylor, que entrou na volta final empatado com ele (84,50). Taylor errou na passagem final e não melhorou sua média. O critério de desempate acabou sendo a melhor volta, e o brasileiro levou a melhor (88 contra 84,67 de Taylor).
- Sem palavras. Ganhar em casa, no Brasil é demais. Estava treinando na Califórnia treinando o ano inteiro. Estou emocionado de verdade - disse o skatista antes de ser abraçado por sua mãe, que acompanhou toda a disputa ao lado da pista.
O terceiro lugar ficou com Sandro Dias, que começou mal o evento, mas conseguiu, na última volta, uma performance espetacular, executando um aéreo body jam, que apenas ele consegue fazer em todo o mundo. Mesmo com a nota 91,16, Mineirinho terminou com 84 pontos de média. O quarto lugar ficou com outro brasileiro: Pedro Barros, o Pedrinho, de apenas 14 anos de idade. Favorito da torcida, Pedrinho mostrou nervosismo no início da disputa, mas, a exemplo de Sandro Dias, encerrou a sua apresentação com uma volta sensacional, que arrancou aplausos da torcida que lotava o Parque dos Patins, na Lagoa Rodrigo de Freitas, e um abraço de Sandro Dias, que vibrou muito com a apresentação de Pedrinho.
Como a fórmula de disputa previa que a nota final de cada competidor seria a média das duas melhores voltas, os atletas adotaram a estratégia de arriscar muito no início da disputa, buscando notas altas e tranquilidade para as voltas seguintes. Adam Taylor, que foi penalizado por abrir sua primeira volta antes da autorização dos juízes, sendo obrigado a entrar na pista após todos os demais, pulou na frente com uma nota 84,33. Com erros de todos os demais competidores até a terceira volta, o americano se manteve na liderança até a quarta volta de Marcelo Bastos, que encaixou diversas manobras difíceis e conseguiu nota 88 (veja no vídeo ao lado). Com a nota 81 de sua segunda volta, fez a média de 84,50, empatando com o americano, que teve 84,33 e 84,67 como suas duas melhores notas.
Confira a classificação final da etapa carioca do Mundial de Skate Vertical:
1) Marcelo Bastos (BRA) – 84,50 (88 no desempate)
2) AdamTaylor (EUA) – 84,50 (84,67 no desempate)
3) Sandro Dias (BRA) - 84
4) Pedro Barros (BRA) -79,83
5) Paul Luc-Ronchetti (ING) – 75,83
6) Edgard Vovô (BRA) – 73,83
7) Renton Millar (AUS) – 70,33
8) Alex Perelson (EUA) – 56,84
Fonte:GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
sábado, 13 de fevereiro de 2010
MANOBRAS RADICAIS E ESCOLA
O projeto que ensina criançada a andar de Skate nas Cidades Satélites do Distrito Federal está previsto para começar próximo mês. Objetivo é ajudar população carente a aprender um esporte e manter os jovens afastados do crime. Recanto das Emas, Riacho Fundo 2, Núcleo Bandeirante, P Sul e Guará estão aguardando com muita ansiedade o segundo ano do projeto social SKATE PARK NAS CIDADES, em visita hoje (Sábado 13) ao Skate park do Recanto das Emas, fui bastante cobrado pelos jovens que tem no projeto uma chance de praticar um esporte que já caiu no gosto da juventude do Distrito Federal.Mais esta era mesmo a proposta do projeto, popularizar o esporte e abrindo oportunidades para quem quiser praticar skate de graça. O primeiro ano do projeto Foi um sucesso incrível tanto que próximo mês recomeçará as oficinas de skate em cinco cidades, fique atento, pois iremos divulgar em sua cidade. Serão abertas 60 vagas em cada oficina todos os alunos receberão um kit, com capacete, skate e protetores tudo oferecido gratuitamente pelo projeto. Qualquer um pode participar do projeto a única exigência é está estudando e a nota que tem que ser no mínimo 7,iremos ficar atentos a esta, que é uma grande preocupação do projeto que o jovem estude, iremos também fazer um acompanhamento junto a sua família, para sabermos mais sobre o desenvolvimento do jovem bem como o seu convívio em casa.Um dos maiores desafios é a transformação de sonhos em realidade. A Brasília do glamour e da ostentação convive com a Brasília dos que trabalham, lutam e tentam transformar a realidade de uma sociedade extremamente excludente. Está “Exclusão” castiga principalmente os jovens e de modo cruel aqueles que moram nas chamadas cidades satélites. SKATE PARK NAS CIDADES, Ta aí mais uma idéia aprovada pelos jovens de Brasília.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Apenas uma das seis pistas de skate do DF é considerada em perfeito estado por especialistas

Esta Matéria foi Produzida pelo Correio Braziliense Publicação:
Falhas nas construções são apontadas como principal causa dos defeitos
Na última década, as preces dos skatistas de Brasília passaram a ser atendidas com a construção de pistas em diversas cidades do Distrito Federal. Entretanto, algumas foram feitas com material inferior e os defeitos já começaram a aparecer, fazendo com que os obstáculos a serem superados pelos atletas sejam muito maiores do que apenas rampas, caixotes e corrimãos.
Para conferir o estado de conservação dos principais pontos de encontro da modalidade na capital federal, o Correio percorreu seis pistas acompanhado pelo presidente da Associação de Skate da Capital, Francisco Pessanha (mais conhecido como “Chikin”), e por Alber Leandro, duas vezes campeão brasileiro da categoria amador II, na quarta reportagem da série que avalia os locais públicos para a prática de esportes em Brasília.
Falta de estrutura
A primeira das seis pistas avaliadas foi a do Guará, localizada no complexo do Cave. Ela foi construída há menos de dois anos, mas até hoje não conta com iluminação, o que impede o uso da área depois de escurecer. Além disso, moradores contam que usuários de crack tomam conta da área durante a noite, por causa da escuridão e do isolamento.
O mato e a terra em volta sujam a pista e o chão, feito com material inadequado, o que favoreceu o aparecimento de rachaduras com pouco tempo de uso. Ainda há muitas poças formadas pela chuva, pela falta de escoamento de água. Apesar dos problemas, o skatista amador Lehi Leite, campeão do Circuito Centro-Oeste 2009 e morador do Guará, garante que a pista foi uma grande conquista e é importante para o seu dia a dia. “Ela é muito boa para treinar street, com muitos obstáculos. Eu treino aqui para competir fora de Brasília.”
Na Candangolândia, Chikin e Alber se decepcionaram com o estado da pista, que fica no Centro de Lazer Praça do Bosque. “Ela é completa, com vários obstáculos, mas foi feita com material inadequado e já está destruída”, lamenta Chikin. Michelle Ferraz, 15, parou de usar a pista depois que seus patins quebraram em uma das rachaduras do piso. “O half (rampa em forma de U) está rachado, o corrimão amassado e as grades estão moles. Desde o ano passado falam que vão reformar”, conta.
O piso ideal
A pista do Núcleo Bandeirante foi considerada a melhor de todas. Localizada atrás do Supermercado Super Maia, reúne atletas de todas as idades em um local perfeito para a realização de diversas manobras, com piso adequado, iluminação e segurança. “Foi muito bem planejada e tem uma ótima localização”, explica Alber. “Tem um ótimo piso e uma sequência de quarters (metade de uma minirrampa usada no estilo livre, de rua) diferente”, elogia Chikin.
Já no Recanto das Emas, a pista é bem recente, construída há menos de um ano. Chikin gostou do que viu, mas fez uma ressalva. “É boa para andar, mas foi construída só pela metade”, contou. Segundo ele, o projeto original era do dobro do tamanho e ficaram faltando itens importantes para a pista. Além disso, a reclamação ficou por conta da sujeira. “Podiam fazer um murinho em volta, para não entrar tanta terra”, sugere Alber. “A terra estraga as rodinhas do skate e pode causar acidentes”, lembra Chikin.
Abandono
A pista do Cruzeiro é a mais antiga das que ainda resistem no Distrito Federal. Por isso mesmo, foi iniciada uma restauração em 2008, mas a obra foi abandonada, segundo Chikin. “Quebraram metade da pista, mas não fizeram a reforma.” Encontra-se com o piso quebrado, rampas destruídas em estado de completo abandono, totalmente imprópria. “Queremos que ela volte a funcionar”, pede Alber.
Na Ceilândia, a pista localizada na Praça dos Eucaliptos foi construída sem planejamento, há cinco anos aproximadamente, e necessita de uma reforma para se adequar às exigências dos skatistas. “São obstáculos muito grandes para o tamanho da pista”, reclama Alber. Mesmo com os problemas, Chikin ressalta que o circuito ainda pode ser utilizado. “Ela é muito importante para os skatistas da Ceilândia, mas precisa da reforma.”
Diferente de outros esportes, não existem (no Brasil) clubes que preparem e forneçam a estrutura necessária aos esportistas, deixando toda a carga em cima do governo. No entanto, é preciso ouvir os skatistas para fazer uma pista que dure, de acordo com Chikin. “O que a gente quer é que as pistas sejam construídas com um bom material.” Alber conta a motivação para superar os problemas: “A gente tem muito amor pelo skate”.
» Saiba mais
Até meados dos anos 90, não existiam pistas próprias para o skate em Brasília. Os amantes da modalidade se viravam nas calçadas e nas escadarias dos prédios da cidade, ideais para a prática do street (estilo livre, de rua). Ainda hoje, um dos locais que mais reúne skatistas é o Setor Bancário Sul.
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