segunda-feira, 21 de março de 2011

Canard vence, Villopoto fora da final e Bubba abandona - AMA SX

Depois de abrir uma vantagem interessante no campeonato (mais de 20 pontos) sobre o segundo colocado, James Stewart, o piloto da Kawasaki, Ryan Villopoto decepciona na décima-primeira etapa da campeonato, não conseguindo uma vaga na sua classificatória e na última chance, em virtude de tombos (só na Last Chance foram três).


Foi uma etapa para ser esquecida para Villopoto, pois ele deu todas as oportunidades para Bubba diminuir muito essa vantagem, mas para a sorte de Villopoto, Bubba também errou, logo na primeira volta na final, caindo e abandonando a prova. Bubba tinha sido o mais rápido nos treinos com 44.38 segundos, mas ele não soube aproveitar o azar do líder do campeonato e acabou reduzindo somente um ponto na geral.

Na prova disputa pelo primeiro lugar entre Trey Canard e Chad Reed, mas a noite era do piloto da Honda oficial. Reed foi segundo, Dungey Terceiro, Windham quarto e short quinto. "Eu realmente precisava vencer, não posso deixar de creditar isso a Jesus Cristo, Tim Ferry também tem me ajudado muito, como minha mãe e meu mecânico. Estou feliz com minha segunda vitória na temporada." afirmou Canard.

Na Lites vitória do piloto da Honda, Justin Barcia, seguido por Dean Wilson, Ryan Sipes, Mathew Lemoine e P.Larson. Barcia continua líder da categoria com 119 pontos, seguido por Sipes, dezessete pontos atrás, e wilson com dezenove.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Classificação geral


Supercross

1. Ryan Villopoto (221/5 wins)

2. Chad Reed (214/1 win)

3. Ryan Dungey (203)

4. James Stewart (198/3 wins)

5. Trey Canard (194/2 wins)

6. Andrew Short (145)

7. Justin Brayton (145)

8. Kevin Windham (121)

9. Davi Millsaps (118)

10. Brett Metcalfe (107)



Lites Leste

1. Justin Barcia (116/2 wins)

2. Ryan Sipes (99/1 win)

3. Dean Wilson (97/1 win)

4. Blake Baggett (85/1 win)

5. Blake Wharton (69)

6. Matt Lemoine (69)

7. PJ Larsen (62)

8. Malcolm Stewart (53)

9. Jason Anderson (44)

10. Lance Vincent (43)

quinta-feira, 17 de março de 2011

Brasileiro no UFC, Fábio Maldonado

Lutador participará da cobertura do duelo que definirá o campeão dos meio-pesados

O aguardado duelo entre Maurício “Shogun” Rua e Jon Jones no UFC 128, neste sábado (19), será a primeira defesa de cinturão do brasileiro. A exemplo da cobertura em tempo real que o feita no UFC 126, com comentários de Demian Maia, o R7 trará o lutador Fábio Maldonado para analisar o evento, a partir das 22h.
Também lutador meio-pesado (93 kg) do UFC, Maldonado ganhou destaque ao vencer os principais eventos de MMA no Brasil entre 2000 e 2010. Com o sucesso, o “pupilo” de Minotauro se credenciou para lutar na maior organização do mundo, onde estreou com uma vitória por nocaute sobre o inglês James McSweeney.

Boxeador por natureza, Maldonado acumula 12 nocautes entre as 18 vitórias em seu cartel e apenas três derrotas. Sobre o duelo, Maldonado aposta em uma vitória de Shogun.

- Essa luta vai ser difícil, os dois são muito bons. Mas, para vencer o Jon Jones hoje em dia, só o Shogun mesmo. Considero ele o melhor meio-pesado da história do MMA. Sei que o Jon Jones está ganhando de todo mundo, mas diria que está 60% pro Shogun e 40% para o americano.

Maurício Rua conquistou o título do UFC ao nocautear o compatriota Lyoto Machida, no UFC 113, em maio de 2010. Com o triunfo, o cartel do brasileiro chegou a 19 vitórias, sendo 16 nocautes, contra apenas quatro derrotas. Após o duelo, Shogun passou por uma cirurgia e não lutou desde então.

Por sua vez, o rival americano, de apenas 23 anos, venceu 11 de seus combates, sete deles por nocaute, e sofreu apenas uma derrota (por desclassificação).

Acompanhe a o card completo do UFC 128:

Maurício Shogun x Jon Jones

Urijah Faber x Eddie Wineland

Joseph Benavidez x Ian Loveland

Mirko Filipovic x Brendan Schaub

Jim Miller x Kamal Shalorus

Nate Marquardt x Dan Miller

Raphael Assunção x Erik Koch

Ricardo Almeida x Mike Pyle

Kurt Pellegrino x Gleison Tibau

Anthony Njokuani x Edson Barboza Jr.

Costantinos Philippou x Nick Catone

Luis Artur Cane Jr. x Eliot Marshall

Diego Ribas, do R7, com alteraçoes para o Proradical

sábado, 12 de março de 2011

A superpista para BMX de Travis Pastrana

por José Gaspar
Superpista de BMX construída no quintal de Travis PastranaFoto: Red Bull
O intrépido Travis Pastrana parece sempre estar à procura de algo com sabor diferente para satisfazer o apetite voraz de sua verve multiesportiva. Com empreitadas que vão do automobilismo ao paraquedismo, Pastrana agora se aventura pelo BMX. E aparentemente não é uma simples entrada, mas um banquete real, haja vista as proporções da pista erguida no quintal de sua casa, no Estado de Maryland, nos Estados Unidos.
Fora o puro deleite de fluir por linhas compostas pelas mais variadas espécies de saltos e obstáculos, a superpista é o ambiente propício para que Pastrana desenvolva os estágios iniciais de suas rotações, cada vez mais surreais nas motos. Outro benefício é diversificar o seu treinamento físico, incluindo mais uma atividade em seu programa de exercícios. Além disso, existe um objetivo paralelo, “formar” Special Greg (amigo, primo, mentor?) para disputar o BMX Big Air dos X Games.
Linhas sinuosas, muito ritmo, e claro, grandes saltos na pista de Travis PastranaFoto: Red Bull
Segundo o BMXer Natan Wessel, responsável por construir esse verdadeiro oásis do BMX, o plano de levar Greg aos X Games tem ambições consideráveis: “Travis apostou comigo cem dólares que em dois anos Special Greg conquista uma medalha nos X Games.”
Por sinal, o salto big air e o mega quarter pipe são elementos que chamam a atenção, justamente por serem encontrados apenas nos X Games, no mítico Woodward Camp, e na pista do skatista brasileiro Bob Burnquist. Seções de ritmo, e uma série de “spines” e diferentes tipos de saltos completam o projeto, tornando-o singular. Wessel baseou-se numa fórmula particular, mais do que em qualquer outra coisa, e afirma que não há precedentes para este tipo de pista, descrevendo-a como “um tributo às lendas que tornaram um salto e uma rampa como aquelas possíveis.” Fazendo referência a Colin Winkleman e Matt Hoffman, desbravadores dos saltos em longas distâncias no BMX.
Linhas sinuosas, muito ritmo, e claro, grandes saltos na pista de Travis PastranaFoto: Red Bull
Segundo o BMXer Natan Wessel, responsável por construir esse verdadeiro oásis do BMX, o plano de levar Greg aos X Games tem ambições consideráveis: “Travis apostou comigo cem dólares que em dois anos Special Greg conquista uma medalha nos X Games.”
Por sinal, o salto big air e o mega quarter pipe são elementos que chamam a atenção, justamente por serem encontrados apenas nos X Games, no mítico Woodward Camp, e na pista do skatista brasileiro Bob Burnquist. Seções de ritmo, e uma série de “spines” e diferentes tipos de saltos completam o projeto, tornando-o singular. Wessel baseou-se numa fórmula particular, mais do que em qualquer outra coisa, e afirma que não há precedentes para este tipo de pista, descrevendo-a como “um tributo às lendas que tornaram um salto e uma rampa como aquelas possíveis.” Fazendo referência a Colin Winkleman e Matt Hoffman, desbravadores dos saltos em longas distâncias no BMX.
Uma visão geral da pista onde Pastrana certamente praticará o futuro das rotações do FMXFoto: Red Bull
Ao que tudo indica, mais novidades ainda estão por vir muito em breve. “Definitivamente existem planos futuros para a rampa, planejamos algo para a primavera (nos Estados Unidos) e será absurdo, muito específico, feito para o Travis. Caso façamos isso, o mundo precisa prestar atenção, pois será algo realmente incrível” adverte Wessel.



E aí Vai Correr ou Vai Encarar ? Tá Frio Mais Tá Quente

Recordes, vitórias, pontos, forma física, medalhas... essa é a rotina, o objetivo e o ideal de vida da mulher que decide tornar-se profissional do esporte. Mas seria possível deixar de reparar também na beleza dessas atletas?

Esporte é uma coisa que enche os olhos da platéia e/ou telespectadores, mas às vezes o desportista ajuda bastante para a audiência da modalidade que nem sempre é tão interessante. Vamos ver se meu gosto condiz com o de vocês!  Veja esta. Lacy Schnoor, esquiadora (EUA)


sábado, 5 de março de 2011

Winter X Games – O Show continua


O verdadeiro espirito dos X Games

O backflip tandem dos irmãos Moore sai dos Winter X Games com momento mais inusitado da competição. Os dois irmãos que dividem, além do snowmobile, a paixão do motocross. Surpreenderam ao girar juntos nos mesmo snowmobile um Backflip.

A manobra não contou pontos e Daniel Bodin acabou saindo do evento como campeão. Mas todos comemoraram, pois além da vitória, componente obrigatório da competições, existe a inovação e a superação pessoal.

Falando em superação pessoal, Simon Dumont esboçou um ar de desaprovação ao ver a apresentação de Torin Yater. Não julgue isto como uma postura desportiva do esquiador. Nos esportes dos X Games só você e somente você é responsável pelo resultado na competição.

Shaun White é um cara que respira competição. Ter sido atropelado por Sebatien Toutant no Snowboard Slopestyle deve ter sido mais dolorido que se chocar de cara com a transição gelada em 2010. 
Shaun ainda teve a chance de dar a volta e vencer no Superpipe, mas ficou claro que a sua diferença não é mais tão grande como antes.Como em um grande teatro, as cortinas dos Winter X Games se fecharam neste domingo. Após quatro dias de ápice, a festa que pareceu ter a duração um mês chegou ao fim, mas os feitos realizados durante a competição ficarão para o ano todo.

Durante muito tempo lembraremos do Triple Cork de Torstein Hogmo, lembraremos também da chegada “suicida” de Kelsey Serwa no Skier X e do inédito Backflip Tandem dos Irmãos Moore.

O ano da nova geração

Nos dias que antecederam ao evento, as expectativas dos especialistas é que a edição comemorativa de 15 anos dos Winter X Games fosse apenas uma evolução da edição anterior. Os nomes de destaque das modalidades carregavam três ou quatro medalhas consecutivas e era mais favoritos do que nunca.

O que ninguém esperava é que garoto de 15 anos, nascido no ano de estreia dos Winter X Games iria fazer manobras no mesmo nível de favoritos como Simon Dumont. 

O esquiador Torin Yater-Wallace passou do estado de desconhecido a celebridade, mas tivemos outros estreantes como Sebatien Toutant que venceu no snowboard slopestyle e ficou com a prata no Snowboard Big Air.


O sabor do ouro - Sarah Burke e Daniel Bodin
Crédito da imagem: Tomas Zuccareno/ESPN Images                                  
É MAIS QUE RADICAL É PRO RADICAL, PRA QUE FRIO?


sexta-feira, 4 de março de 2011

Dakota Roche na área externa da Black Box Distribution BMX



Dakota Roche

Crédito da imagem: Justin Kosman
Dakota Roche é um dos mais influentes streeteiros em atividade. Sua criatividade e precisão nos obstáculos de rua diferenciam seu rolê e ele sempre reafirma isso a cada aparição sua nos vídeos promocionais de seus patrocinadores.
Recentemente Dakota em conjunto com a Monster Energy produziram um vídeo gravado, editado e finalizado por Will Stroud, videomaker bem conceituado no BMX que tem no currículo dois dos DVDs de maior repercussão dos últimos tempos, o Odyssey Electronical e o Levi's.

Nesse vídeo em especial, além do rolê de Dakota que é excepcional, chamam a atenção também a produção do vídeo e a misteriosa associação entre a Cult, seu patrocinador de bikes e a Black Box Distribution, uma das maiores e importantes distribuidoras de marcas de skate.

O vídeo foi inteiro gravado na área externa da Black Box, que conta ainda com um grande skatepark coberto. Cada vez mais vídeos de BMX da equipe Cult são filmados nas dependências da distribuidora. Será isso um indicativo de mais uma parceria entre o BMX e Skate? (CLICK AQUI)

por Ruiogawa

quarta-feira, 2 de março de 2011

Isabel Clark está de volta às pistas é muito radical

Crédito da imagem: Ivan Fuenzalita
A snowboarder Isabel Clark foi a única brasileira convidada para os Winter X Games 15. Infelizmente a atleta se machucou nos treinos e não pode competir. Ainda com dores, ela voltou as pistas para aproveitar o final da temporada no hemisfério norte.
Na semana passada, Isabel correu o Revolution Tour, em Lake Tahoe e terminou na quarta colocação mesmo não estando cem por cento. Agora, a brasileira está treinando em Park City e se prepara para a Copa do Mundo em Stoneham, no Canadá, nos dias 16 e 17 de fevereiro, última competição da temporada. Veja o que a atleta falou dos X Games e do futuro do esporte:

Como foi o acidente nos Winter X Games? Você ficou com muitas dores?
Sim, fiquei com muitas dores. Já estou bem melhor, mas ainda com um pouco de dor. Fiz uma competição menor outro dia em Boreal, Lake Tahoe e fiquei em 4º lugar. Foi bom para ganhar confiança. Estou agora num Grand Prix em Park City, mas optei por não competir, pois a pista estava meio perigosa e teria que estar disposta a ter muitos impactos no landing. Preferi me poupar para a última competição da temporada que é uma etapa da Copa do Mundo, em Stoneham, no Canadá nos dias 16 e 17 de fevereiro.

O que você achou da pista dos X Games?

Gostei da pista do X Games, me adaptei bem a ela e estava curtindo. Como no dia das classificação e nos treinos anteriores não tive nenhum problema com o último salto, já na primeira descida de treino no dia das finais, resolvi saltar o último salto sem freiar. Só que a pista estava um pouco mais rápida que o dia anterior e acabei voando demais e me assustando, o que me levou a cair no landing.

Que rumo você acha que o esporte está tomando?

É difícil dizer com exatidão o caminho que a modalidade vai tomar. A tendência é que as pistas tenham saltos grandes e nível de dificuldade cada vez mais alto, já que o nível dos atletas está cada vez mais alto também. Só que o boadercross é feito por seres humanos, e cada pista é diferente da outra. Não existe medidas padrões para construir a pista, como o Half Pipe por exemplo. Então temos que confiar que os construtores façam um bom trabalho e que mesmo grande e exigente, a pista seja segura e boa tanto para homens quanto para mulheres.

Recentemente uma Copa do Mundo de snoxboard foi cancelada na Coréia, pois a pista estava mal construída. Todos os atletas, treinadores e organizadores foram até lá e decidiram não fazer a competição. De qualquer maneira hoje em dia as pistas são bem melhores do que a uns 5, 6 anos atrás.


Isabel Clark
Foto: Ivan Fuenzalita