terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Escola de Esporte abre vagas para comunidade

A Secretaria de Esporte vai abrir à comunidade, na terça-feira (17), a partir das 8h, o processo de matrículas para o 1º semestre de 2014 na Escola de Esporte do Complexo Poliesportivo Ayrton Senna. 



A comunidade poderá escolher entre as seguintes modalidades: ciclismo, judô, karatê, musculação e tênis. Os interessados, após a inscrição, terão prazo para entregar a documentação. 

A comunidade deverá entregar o comprovante de pagamento no valor de R$ 60 (criança 6 a 17 anos) e R$ 80 (acima de 18 anos), atestado médico e uma (01) foto 3x4, no prazo determinado.

São isentos da taxa semestral os alunos da Secretaria de Educação do Distrito Federal até o ensino médio, portadores de necessidades especiais, integrantes de equipes da Secretaria de Esporte (6 a 17 anos), idosos com mais de 60 anos e hipossuficientes (sem renda). 

O início das aulas está previsto para o dia 07 de janeiro de 2014. 

Mais informações na Secretaria do Complexo Poliesportivo: 3342-1415

Por: redação
Fonte: esporte.df.gov.br
Foto:  divulgação
Proradicalskate

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Modalidades do Skate

O esporte conhecido como skate tem suas subdivisões, ou seja, as suas modalidades ou diferentes formas de se praticar o skate . São elas:



Street

É a mais praticada no Brasil, essa modalidade consiste em andar de skate com obstáculos encontrados na rua, como, corrimãos, escadarias, gaps, ou até mesmo uma pista que simule esses obstáculos encontrados nas ruas. Diversos skatistas praticam essa modalidade, podemos citar por exemplo: Ryan Sheckler, Pj Ladd, David Gonzales, Luan de Oliveira, Mike Mo, entre outros.
Freestyle

É uma modalidade na qual pratica-se no solo, de modo a fazer manobras muito técnicas, geralmente de equilíbrio e giros do skate sobre o pé. Um grande campeão dessa modalidade é o skatista Rodney Mullen . Esse skatista é muito conhecido no " Mundo do Skate" pelas suas difíceis manobras, executadas e criadas.

Slalon
No Slalon o skatista utiliza o menor e mais estreito skate, com o objetivo de completar um circuito fazendo diversos zig-zags entre cones no menor tempo possível, óbvio que sem poder derrubar os cones.

Big Air
O skatista desce de uma grande rampa, geralmente praticado na Mega Rampa , faz-se a manobra de desce em outra rampa. Pode-se citar o Brasileiro Bob Burnquist .

DownHill
Nessa modalidade o skatista ele desce uma montanha, como ja diz o nome (montanha a baixo), com o objetivo de descer o mais rápido possível, sempre equipa-se com capacetes e etc, existem ladeiras em que os skatistas atingem cerca de 110 km/h nessa modalidade.

Half-Pipe
É uma modalidade bastante conhecida, na qual o skatista se encontra em um half-pipe , uma rampa em forma de "U" com cerca de 4m de altura, de modo a realizar os aéreos e retornar novamente à pista. Executa-se essa sequência em um determinado tempo e o skatista que executar as manobras mais difíceis vence. Pode-se citar o Bob Burnquist , um skatista Brasileiro, grande vencedor.

Por: redação
Fonte: facebook
Foto:  divulgação
Proradicalskate

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Mergulhadores desafiam o perigo em poço ligado a caverna nos EUA

Ao menos oito pessoas já morreram no Jacob's Well, no Texas.Estreito, buraco cheio de água tem profundidade de até 40 metros.


Considerado um dos lugares mais perigosos do mundo para mergulhar, o Jacob’s Well, no Texas, EUA, atrai corajosos que querem se jogar do alto nas águas desse poço estreito, profundo e traiçoeiro – no total, pelo menos oito mergulhadores já morreram na experiência.

Com 4 metros de largura, o "buraco" tem 10 metros de profundidade e segue por outros 30 metros por uma caverna subaquática.

Boa parte da caverna é iluminada e abriga algas e animais marinhos. Porém, ela oferece alguns perigos aos mergulhadores, como uma "falsa chaminé" que parece levar a uma saída e já aprisionou pelo menos uma pessoa -- um estudante universitário, segundo os registros.
Quem não quiser se aventurar no mergulho pode simplesmente nadar na água do poço. Mas, para a preservação do local, há um limite de entrada de 25 pessoas por vez.

 


Por: redação
Fonte: g1
Foto:  divulgação
Proradicalskate

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Estilo de vida do hip hop contagia basquete de rua no Ibirapuera

Uma cesta, meia quadra e três jogadores de cada lado ao som do hip hop. A modalidade que nasceu no gueto na década de 70 nos Estados Unidos está conseguindo contagiar um número crescente de adeptos no Brasil.

É o streetball, ou basquete de rua, que coroou esses esforços em grande estilo neste final de semana no Parque do Ibirapuera, com as finais do Campeonato de Basquete 3x3 Universitário Paulista da FUPE (Federação Universitária Paulista de Esportes) depois de percorrer nove grandes cidades do estado, envolver mais de 600 atletas de 50 faculdades e um total de 150 times participantes.
"O tempo para armar a jogada é muito curto, aumenta a adrenalina para fazer cada ponto, que é muito suado", explica a aluna do terceiro ano de Publicidade e Propaganda da Universidade Zumbi de Palmares, Rosângela Pinheiro, de 28 anos, que terminou o torneio com a medalha de prata.
"Ao contrário do basquete, que tem um técnico gritando toda hora, no streetball é muito improviso o tempo todo, é preciso criatividade", diz.
Na categoria feminina, a equipe vencedora foi a Unissantana, que deixou o trio de Rosângela com a prata. No masculino o time da Unisanta, de Santos, venceu a Economia Mackenzie e levou o ouro.
A competição foi comandada pelo MC (mestre de cerimônias) Max DMN e pelo DJ Slick, que animaram o público e entraram no ritmo do regga e do hip hop.
O DJ ofereceu um set list de hip hop e ragga que incluía nomes como C'clie, DMN, 50 cent, Emicida, Alicia Keys, Notorius Big, 2 Pack, Edy Rock e outros hits, transformando o jogo em uma grande festa.
O rapper Jé Versatil também fez sua parte e como um "beat boxer" imitou apenas com a boca (e batendo no peito) diferentes instrumentos musicais que se transformaram em trilha sonora para a performance de dance hall das bailarinas Lais Israel e India Ju.
Com o lema "menor espaço para jogar e mais espaço para brilhar", a consultora de marketing esportivo da Vivo, Monica Esperidião, 30, defendeu o investimento de R$ 2 milhões investidos no projeto por "ver uma oportunidade de aproximação e conexão com o público universitário e com o basquete de rua".
"Está nos nossos planos dar continuidade ao incentivo à modalidade", diz a executiva, que se disse satisfeita com a produção e os resultados obtidos.
"Top de linha. Foi a melhor estrutura de streetball já montada no Brasil, com padrão americano das tabelas, ao piso, as tendas e os árbitros", declarou Adriano Bertoni, o Nenê, de 33 anos e 2 metros de altura, que joga basquete desde os seis anos de idade e já foi campeão brasileiro universitário.

Sepois de problemas no tendão de Aquiles, Adriano teve de trocar o esporte que mais curte por seu trabalho de formação, o marketing. "Jogar streetball no Brasil não dá dinheiro, não tem estímulo do governo, e quem joga é porque tem estilo e ama o que faz", alfineta.

Por: redação
Fonte: uol
Foto:  divulgação
Proradicalskate

Ovo faz bem para a visão e cérebro e pode ajudar na recuperação muscular


O ovo é um alimento presente no cardápio do brasileiro – em 2012, o país produziu 32 bilhões de ovos e cada brasileiro consome, em média, 162 ovos por ano, o que equivale a quase um ovo a cada dois dias.
Atualmente, é reconhecido como uma importante fonte de proteína e nutrientes, além de ser um alimento que pode fazer bem para a visão, cérebro e recuperação muscular.

Entre as substâncias presentes no ovo, está a colina, necessária para funções básicas do corpo, como o funcionamento das células, do fígado e o transporte dos nutrientes.
Embora a colina seja produzida pelo organismo, essa produção não é adequada para atingir a necessidade diária e, por isso, ela precisa ser consumida na dieta. De acordo com a pediatra Ana Escobar, essa substância faz bem para o cérebro e pode evitar doenças degenerativas, como Alzheimer e Mal de Parkinson.
A colina está presente na gema, mas vale lembrar que há diferenças na cor da gema – segundo o o veterinário especialista em ovo José Roberto Bottura, a gema fica mais amarela dependendo da quantidade de milho que o animal come.


Ovo:

Rico em carotenoides, antioxidantes bons para a visão, o milho está mais presente no ovo caipira, como explicou a nutricionista Lara Natacci, e por isso, esse tipo de ovo pode ajudar a evitar problemas nos olhos, especialmente em pessoas mais velhas.

Na clara, há a presença da abulmina, uma das principais proteínas do corpo, responsável pelo transporte de nutrientes, controle da distribuição de líquido pelo organismo e também pela recuperação muscular. Segundo a nutricionista Lara Natacci, quando a pessoa faz atividade física, o músculo sofre pequenas lesões, que são reparadas durante a noite, e a abulmina ajuda nesse processo.

Os especialistas falaram também sobre a salmonela, uma bactéria que pode causar infecção (confira no infográfico abaixo).
Para quem gosta de comer ovo com gema mole, é preciso tomar cuidado já que na hora do preparo, ele só atinge 65 °C e a samonela morre a 70 °C. Por isso, caso a pessoa queira comer a gema mole, ela precisa comprar um ovo de um produtor de sua confiança e aquecê-lo bastante para matar essa bactéria (veja mais dicas do que observar na hora de comprar o ovo no vídeo ao lado).

Na hora de armazená-lo, o melhor lugar é a geladeira – de acordo com o veterinário José Roberto Bottura, o ovo pode ser colocado na porta da geladeira, mas se a família abrir muito a porta, a variação da temperatura pode prejudicar a conservação dos nutrientes e, por isso, o ideal é guardar na prateleira interna.

Se não der, o ovo pode ser armazenado em um outro lugar fresco e arejado. De acordo com a nutricionista Lara Natacci, é preciso tomar cuidado ainda com a forma de preparo do ovo. Se é frito ou mexido, há adição de gorduras, o que aumenta as calorias e pode também elevar o colesterol.


Salmonela:


Para quem tem colesterol alto, a recomendação é ingerir ovo de 2 a 3 vezes por semana; já quem não tem o problema pode comer 1 ovo por dia, como lembrou a pediatra Ana Escobar. Entre os ovos, o que tem menos gordura é o de codorna; o ovo de granja tem menos calorias; e o ovo de pata tem mais vitamina B12.

Por: redação
Fonte: clubdofitness
Foto:  divulgação
Proradicalskate

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

EU QUERO IPI Zero para Bicicletas



Segundo o IBGE, quase 1/3 daqueles que se utilizam da bicicleta como meio de transporte no Brasil têm renda familiar de até R$ 600. São estes os brasileiros mais afetados pela alta tributação, que tolhe o acesso a um produto de mais qualidade e com valores mais justos, favorecendo a migração para outros meios de transporte, especialmente os motorizados.

A isenção do IPI para bicicletas, partes e peças é uma medida urgente e necessária, tanto para fomento do mercado, quanto para que o valor final da bicicleta esteja mais ajustado ao bolso dos brasileiros. Estudos indicam que zerando o IPI para bicicletas, que hoje é de 10%, o Brasil teria um aumento de 11,3% nas vendas de bicicletas. Isto significa mais arrecadação para o governo federal (através de outros tributos já cobrados), mais pessoas pedalando e, principalmente, mais qualidade de vida em nossas cidades.

Hoje o Brasil é o 3º maior produtor de bicicletas no mundo, perdendo apenas para a China e para a Índia. É o 5º maior consumidor de bicicletas no mundo, representando uma fatia de 4,4% do mercado internacional. No entanto, quando observamos o consumo per capita de bicicletas, caímos para a 22ª colocação, o que significa um mercado emergente e um potencial de crescimento enorme.

Do ano de 2008 para cá temos visto, infelizmente, um encolhimento gradual da produção e do consumo de bicicletas no Brasil. Contrariando, inclusive, a tendência mundial que aponta que, de 1970 até 2007, a produção de bicicletas foi 2,6 vezes superior a de automóveis.
A isenção do IPI para bicicletas, partes e peças, portanto, é apenas uma das medidas urgentes para corrigir esta desigualdade socioeconômica que freia o desenvolvimento de uma cultura da bicicleta no Brasil.

Por: redação
Fonte: IBGE
Foto:  divulgação

Proradicalskate

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Sucesso nas pistas, longboard conquista cada vez mais adeptos!


Quem anda pelas ruas, parques e orlas das praias da cidade do Rio de Janeiro, provavelmente já percebeu a presença dos praticantes de longboard. O esporte, cujo nome e o formato derivam das pranchas de surf, vem ganhando cada vez mais popularidade e garantindo um crescente número de adeptos no asfalto, que se dividem entre os que querem curtir um passeio com os amigos e os que buscam o caráter profissional.

A principal diferença entre o skate tradiconal e o longboard é que no segundo o tamanho do shape (a prancha em que o praticante fica de pé) é maior, fazendo com que se perca um pouco da agilidade, mas garantindo maior estabilidade para o skatista.
Essa característica torna-o mais fácil para quem quer começar a andar. Além disso, cada modalidade apresenta manobras específicas, como exemplo, o “slide”, que consiste em um giro rápido do longboard e o “ollie”, quando o atleta dá um aéreo a partir do chão, juntamente com o skateboard.

Os imãos Davi Leão, 22, e Pablo Vallejos, 24, encontram-se na orla da praia do Arpoador todo domingo, sem falta, para aproveitar o dia e andar de long. Davi começou a andar de skate street aos seis anos de idade e há quatro anos atrás interessou-se pelo longboard. Segundo ele, o que chamou a atenção foram os movimentos que os skatistas usavam na praia, como as remadas, já que o skate street não permitia muitas manobras nesse local. “A gente anda sempre por aqui [Arpoador], todo domingo. É como se fosse um culto”, brinca ele.

Já Pablo começou um pouco depois do irmão. Resolveu experimentar, há cerca de um ano atrás, o mini-longboard, também conhecido como cruiser ou fish. No caso dele, os benefícios para saúde foram grandes. “Foi o ideal pra mim, começar a andar de skate todo domingo, dar um mergulho, perder caloria. Emagreci bastante”, conta. Além da orla, os dois irmãos aproveitam a madrugada, com a rua vazia, para praticar atividade. Davi, que trabalha perto de casa, também usa o long como meio de locomoção no dia a dia.

Larissa Peixoto, 18 anos, também é adepta da prática. Anda de skate, o tradicional, desde os 9 anos. Curiosa para conhecer como era andar de long, pois já tinha ouvido falar bastante, começou a praticá-lo em junho desse ano. Costumava andar mais de uma vez por semana, mas por causa do dia-a-dia, a prática se resumiu em quatro vezes ao mês. Larissa, às vezes usa o long como meio de transporte, mas anda mais por hobby mesmo. “É muito bom para esquecer um pouquinho da vida e sentir o ar puro no rosto. E fora que é o único exercício físico que eu faço”, completou.

Atualmente, no Rio, existem cursos sobre a modalidade. Um deles é o Long Praia Clube, que dedica-se aos que querem iniciar ou aperfeiçoar a prática. Eles afirmam que qualquer pessoa pode começar a andar, no entanto, o uso como transporte no cotidiano é mais indicado para quem tem experiência. Além disso, alertam para a importância dos equipamentos de segurança, principalmente o capacete.

Existem pequenos campeonatos organizados por todo o Brasil, inclusive alguns internacionais, como o mundial de Downhill Speed, com uma etapa em Teutônia-RS. Ao serem questionados sobre a visibilidade do esporte no país, os representantes dessa escola defendem que está crescendo, mas de forma lenta e ainda precisa de estímulos. “Há muito pouco incentivo público, considerando o número de adeptos que cresce significativamente, faltam pistas, locais para praticar, além da malha cicloviária ser muito pobre aqui no Brasil”, defende um dos organizadores da escola Long Praia Clube.


Por: redação
Fonte: 360graus
Foto:  divulgação
Proradicalskate