terça-feira, 6 de novembro de 2012

BMX


A palavra BMX tem como significado Bicycle(B) Moto(M) Cross(X). O Freestyle existe desde a década de 70. Nos EUA surgiram as primeiras manobras,inventadas por atletas mundialmente famosos como Bob Haro, Ron Wilkerson e Michael Domingues. As crianças imitavam seus ídolos do motocross com suas bikes, construíam pistas e faziam corridas informais. Assim nascia um novo esporte com o apoio e o incentivo dos pais da criançada. O BMX chegou com toda força no Brasil em 1978, quando o bicicross estava crescendo, dando espaço a esse novo esporte radical, caracterizado principalmente pelo radicalismo e adrenalina que transmite, pois para executar as manobras é preciso coragem, disciplina, treino e muita ousadia. 

Não é um esporte de moda e os praticantes "bikers" se unem para atrair novos adeptos, buscando assim consolidar seu espaço dentro dos esportes convencionais, promovendo campeonatos e marcando presença em eventos e shows de grande expressão. Os atletas treinam exaustivamente buscando a perfeição, em respeito ao seu público. Praticado com uma bicicleta de aro 20", eles executam manobras que podem desafiar a gravidade, com giros e saltos no ar. 

O BMX é dividido em duas partes o Race (corrida) e o Freestyle (estilo livre). No BMX Freestyle há cinco modalidades: Street, Mini Ramp, Dirt Jump, Flatland, Vertical. 

No BMX Free Style o que difere um estilo do outro é o local e a forma de como são executadas as manobras.



MODALIDADES

Dirt Jump

É praticado em rampas de terra, com alturas e distâncias variadas , podem ser rampas únicas, doubles, ou seqüenciais chamadas de trails, ou ate rampas de madeira tipo mesa, as manobras tem evoluído de uma maneira que são as mais impossíveis como double back flip e 360º backflip, back flip tail whip entre outras.


Vertical
É executado em uma rampa em forma de “U”, denominada Half Pipe, com manobras nas laterais (bordas) e nos chamados aéreos (vôos para fora da rampa) onde os atletas busca executar manobras de alto grau de dificuldade o mais alto possível no dois lados da rampa.


Mini Ramp 
Tem uma altura e tamanho inferiores ao Vertical, realizam-se manobras de bordas, associadas a manobras de salto e aéreos geralmente em rampas de madeira,esta modalidade tem muitos adeptos, pois se usam manobras do DIRT, FLAT e STREET, com um grau técnico que aumenta com as manobras mais ousadas muitas vezes são adaptados obstáculos ao Mini Ramp como spines, sub-box e wall ride que acrescentam dificuldade e radicalidade a session.


Street
É praticado nas ruas como o próprio nome já diz ou em pistas que simulem ruas que tenham corrimões, escadas e rampas, dos mais variados tipos como spines ,fun box, 45º, quarters, savanas entre outros,neste são usadas manobras do MINI-RAMP, DIRT, VERT e até do FLATLAND.


Flatland 
É uma apresentação no solo sem rampas ou pulos, considerado o mais livres dos estilos onde cada piloto faz sua session buscando dificuldade e equilíbrio aliados a criatividade.


Park
É praticado em percursos fechados (skateparks ou bikeparks) onde se encontram obstáculos que, inicialmente, procuravam simular os obstáculos das ruas, mas actualmente já possui um desenho próprio, com rampas para aéreos e para saltos, bancadas, muros e paredes, e possui ainda hoje algumas poucas simulações de obstáculos encontrados nas ruas, como escadas e corrimãos.


Fonte: cber
Foto: divulgação
Proradicalskate

Como iniciar no paraquedismo

É um pássaro, é um avião? Não; é o Super Homem! Qual o ser humano que quando criança nunca pensou em ser como o Super Homem ou a Mulher Maravilha para poder voar? Já houve casos, que tamanha era a vontade de ser como um pássaro, que os pequenos saltavam da janela de seus apartamentos apenas com um guarda-chuva nas mãos, acreditando que chegariam intactos ao chão.

O tempo passou, as crianças cresceram, e hoje, aprenderam muito bem que guarda-chuva não faz ninguém voar. Porém, aquela vontade imensa de poder ser “livre” - como um pássaro -, não se dissipou. Assim que o paraquedismo virou esporte e se alastrou pelo mundo todo, as pessoas reavivaram os super-homens e as mulheres maravilha que existem em cada um.

É possível conhecer o esporte fazendo um salto duplo fun, ou seja, um salto com uma única intenção: diversão, sem a necessidade de fazer um curso demorado.

As instruções de como se portar em queda livre são passadas em 15 minutos. O rápido treinamento se deve ao fato de o iniciante saltar preso ao instrutor, que é o responsável por todos procedimentos necessários até o pouso. Sendo assim, o iniciante vai admirando a paisagem.

Numa altura de 13.000 pés (4.000 metros), o aventureiro terá cerca de 45 segundos de queda livre e por volta de 5 minutos de navegação com o pára-quedas aberto.


Segurança é fundamental no paraquedismo

"Não tenho coragem de saltar de paraquedas. Fazer rapel, canionismo, rafting, aliás, tudo em que eu sei onde estou pisando, eu faço. Mas, saltar de paraquedas, nem pensar. Somente, se existisse um cabo de aço que fizesse minha segurança da aeronave até o chão”, argumenta a personal trainer Ana Paula Vilar.

O que ela e muitas pessoas não sabem é que, apesar de não existir um cabo ligando a aeronave ao chão, os saltos de paraquedas estão cada vez mais seguros. Os instrutores estão mais preparados para auxiliar os novatos e há o Código Esportivo da Confederação Brasileira de Paraquedismo (CBPq), que regulamenta a atividade no Brasil e evita pequenos deslizes.

O mais importante é procurar uma escola ou empresa idôneas e com instrutores experientes. Informe-se com antecedência. Qualquer aluno, a qualquer tempo, poderá solicitar a licença de um determinado paraquedista que está lhe oferecendo um curso, com o intuito de averiguar se o mesmo é capacitado isso.

A maioria dos acidentes no paraquedismo é causada por falha dos próprios atletas. Seja por falta de conhecimento ou por imprudência, o menor descuido que se tenha, na maioria das vezes, é fatal.


Pouso
Segundo Ricardo Pettená, paraquedista há 30 anos, a maioria dos acidentes acontecem depois do paraquedas principal estar aberto. “Por alguma razão a maioria dos acidentes ocorrem no pouso. Normalmente, acontecem com atletas que têm entre 50 e 500 saltos por falta de experiência. Às vezes, o paraquedista acha que já sabe tudo e quer fazer manobras para as quais ainda não está apto e acaba se acidentando”, conclui Pettená.

Seguindo as normas da Confederação Brasileira de Paraquedismo, ou seja, usando equipamentos adequados e respeitando os seus próprios limites, o paraquedismo se torna um esporte muito seguro.

Principais dúvidas
A seguir veja as principais dúvidas daqueles que ainda não tiveram coragem para entrar numa aeronave e se atirar a cerca de 4.000 metros de altitude para uma simples ação: voar.

E se o paraquedas não abrir?
Se o paraquedas não abrir, você pode sempre contar com o paraquedas auxiliar que tem dispositvo de abertura muito eficiente, chamado de Stevens, e é dobrado por um rigger a cada 120 dias, quando passa por rigorosa inspeção.

Se eu desmaiar em queda, o que acontece?
Com o avanço da tecnologia, foram desenvolvidos dispositivos de acionamento automático extremamente precisos que acionam o paraquedas auxiliar em caso de desmaio do paraquedista, por exemplo.

Pessoas com problemas cardíacos correm algum risco ao saltar?
É obrigatório um atestado médico, provando capacidade física para o salto. Emoção, ansiedade, medo, adrenalina, são algumas das sensações que as pessoas enfrentam ao saltar de paraquedas. Uma pessoa cardíaca não deve saltar, evitando assim passar por situações extremas.
Existe idade mínima e máxima para a prática do paraquedismo?
Para o salto duplo, é preciso ter mais de 8 anos, abaixo disso não é recomendável. Já para o curso de formação de um paraquedista, o pretendente deve ter o mínimo de 15 anos ou mais. Caso seja menor de 21 anos deve portar autorização dos pais.
É preciso fazer exame médico para saltar?
Sim. O atestado de capacitação física para praticar paraquedismo é obrigatório.
  Quais os requisitos físicos para o paraquedismo?
Você não precisa ser um atleta nato. Mas certamente deve ter menos de 110 quilos para utilizar os paraquedas. Paraquedistas pesados (acima de 90 kg) terão problemas para saltar com outros paraquedistas pela diferença na razão de queda.
Como sei em qual altitude devo abrir o paraquedas?
Todos devem saltar com um altímetro e checar sempre a altura. Existem também altimetros sonoros, que apitam em alturas pré-determinadas pelo paraquedista. Essa altura geralmente é a de separação do grupo para abrir os paraquedas à distância e em segurança.
Deficientes auditivos, visuais e físicos podem saltar?
Deficientes visuais, só com salto duplo. Já os deficientes auditivos não têm tanta restrição, pois não existe a comunicação verbal em queda-livre. Já os deficientes físicos, dependendo da deficiência, podem se formar paraquedistas, mas certamente todos podem realizar um salto duplo.
E se eu desistir na hora?
Busque o apoio do seu instrutor. Ele saberá como proceder no momento e passar confiança, convencendo-o de que o paraquedismo é um esporte singular que traz muitas alegrias e emoções. Mas atirar-se do avião, só depende de você.
Click no infográfico.




Fonte: webventure
Foto: divulgação
Proradicalskate


quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Os 7 treinos mais poderosos para exterminar calorias


Eles mexem com você da cabeça aos pés. São intensos e ideais para dar aquela turbinada na perda de peso antes do verão. Conheça os treinos de sucesso que mais enxugam gordurinhas e fique linda para a próxima estação. 

HEROES CAMP
A aula é voltada para alunos com nível intermediário e avançado e aprimora o movimento corporal, trabalhando o corpo todo. Essa modalidade envolve agachamento, TRX, saltos, flexões, corrida, pular corda e também carregar cordas pesadas (como a de 12 quilos que você vê acima, sendo carregada pela designer de interiores Isabela Queiroz). “Tudo isso misturado em uma única sessão de treino proporciona um trabalho em conjunto do corpo e a pessoa ganha uma preparação muito boa, que permite que ela carregue pesos ou corra 5 km sem ter que se preparar especificamente para isso”, aponta o personal Carlos Klein, da academia Reebok Club, em São Paul, SP.

Perda calórica: 500 a 800 calorias
Duração: 60 minutos

RX24
A modalidade da academia Runner conta com um conjunto de exercícios multiarticulares. Cada aula tem como base exercícios cardiorespiratórios (sprints, corda e shuttle run), atividades para membros superiores (flexão de braço, remadas e exercícios de barra), para membros inferiores (agachamentos, afundo e saltos), além de treinamento para o fortalecimento do core (pranchas ventrais, laterais e abdominais com rotação).

Perda calórica: 600 calorias
Duração da aula: 24 minutos

EASY LINE
A aula funciona como um circuito no qual o aluno passa por aparelhos construídos com um moderno sistema de molas e ar comprimido. “Cada um deles substitui dois aparelhos de musculação convencionais e trabalha músculos opositores, num exercício que emagrece, dá tônus muscular e aumenta a resistência cardiorrespiratória”, conta Rafael Zolko, sócio da academia Fit2you, em São Paulo, SP.

Perda calórica: 500 calorias
Duração da aula: 30 minutos

JIU-JÍTSU
Condicionamento, força, definição e redução de gordura são palavras-chave da aula de Jiu-Jítsu. Além da defesa pessoal e da perda calórica, os benefícios psicológicos também entram em jogo aqui, já que a autoconfiança e autoestima saem ganhando com as aulas. “Os treinos são pesados, mas por serem interativos e não seguirem uma rotina, as alunas se sentem estimuladas para melhorar cada vez mais”, conta Marcelo Gheler, instrutor de jiu-jítsu da Competition, de São Paulo, SP.

Perda calórica: de 500 a 1000 calorias
Duração da aula: 90 minutos

MMA
“A combinação de diversas técnicas de lutas, como o judô, jiu-jítsu, muay thai, boxe, wrestling e karatê servem de base para a modalidade”, conta Marcelo Oliveira, professor da academia Cia Athletica Anália Franco, de São Paulo, SP. Técnicas de imobilização e nocautes estão entre as atividades que têm como objetivo desenvolver a concentração, aumentar a resistência e força muscular, flexibilidade e defesa pessoal.

Perda calórica: 650 calorias
Duração: 60 minutos

CIRCUITO DANÇANTE
A modalidade traz coreografias de SH`BAM junto a exercícios do clássico circuito feminino de forma intercalada. Atividades cardiovasculares, fortalecimento muscular e aceleramento do metabolismo estão entre seus benefícios. A dança somada ao circuito pode ser encontrada apenas na Curves Academia.

Perda calórica: 700 calorias
Duração: 30 minutos

POWER JUMP
O treino coreografado é realizado sobre um minitrampolim. “É uma aula bem divertida e provoca poucos impactos sobre as articulações, já que estes são absorvidos pela cama elástica”, conta o professor Danilo Carvalho, da Academia Bio Ritmo, de São Paulo, SP. Além do condicionamento vascular, o alto gasto calórico e melhoria na postura estão entre os benefícios da modalidade que acontece ao som de músicas superagitadas.

Perda calórica: 700 calorias
Duração: 60 minutos


Fonte: boaforma
Por Stephanie Celentano
Foto: divulgação
Proradicalskate

Brasileiro é quarto em prova de downhill na altitude de La Paz


Os 3.660 metros de altitude de La Paz é, talvez, o maior temor dos jogadores de futebol brasileiros. Sempre que alguma equipe vai à Bolívia é sempre o mesmo papo: é difícil respirar, dor de cabeça, ar rarefeito... No último fim de semana, o mineiro Bernardo Cruz enfrentou os melhores atletas de downhill urbano no Red Bull Descenso del Condór, circuito da modalidade mais alto do mundo, com largada a 4.050 metros. 

Com os oito finalistas no ponto de partida dos 1.600 metros do percurso, o público começou a chegar para acompanhar a competição, que terminava no centro da capital boliviana. Os atletas partiam com um minuto de diferença entre cada um para o ‘mergulho’ de quase 500 metros, entre a largada e a chegada. 

"A pista era muito legal. O evento todo foi muito massa. O lance da altitude é bem complicado. Senti dor de cabeça, você se cansa mais rápido do que de costume... mas foi muito divertido. Pena que cai, senão dava para ter ficado entre os três primeiros", garantiu Bernardo. 

O mais rápido foi o eslovaco Filip Polc, que percorreu os 1.600 metros em 2m32s89. "Me sinto muito orgulhoso por ter vencido minha primeira corrida em La Paz. É uma pista muito técnica, mas eu gostei desde a primeira descida", afirmou o vencedor. 

A prova  foi aberta a todos os pilotos com mais de 18 anos e 37 se arriscaram no trajeto, que para ser percorrido demandava muito preparo físico para subir mais de mil degraus até o ponto de largada. Isso tudo, com 40% a menos de oxigênio presente no ar em relação ao nível do mar. 


Fonte: clicabrasilia
Foto: divulgação
Proradicalskate

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Esportes radicais: cuidados com a saúde


Esportes radicais e saúde

O desejo de explorar os limites do nosso corpo faz parte da condição humana. Porém, durante nossas empreitadas para expandir as fronteiras da resistência física, seja escalando as montanhas mais altas, mergulhando na profundidade dos oceanos ou chegando cada vez mais longe no espaço, que preço estamos obrigando nosso corpo a pagar?

Alpinismo e Mergulho

A 6.000 metros de altitude, um alpinista agasalhado sente-se bem, tem bom apetite, dorme normalmente e consegue transportar de 20 a 25 kg. Mas se subir mais 1.000 metros, a situação muda drasticamente e várias modificações fisiológicas acontecem no organismo: o ritmo dos batimentos cardíacos aumenta, torna-se difícil respirar e o número de glóbulos vermelhos que transportam oxigênio no sangue diminui.
Aos 7.000 metros de altitude, aparecem o cansaço e a letargia. Conforme os dias passam, segue-se uma rápida deterioração generalizada: severa perda de peso, apatia e sono intermitente. Nessas altitudes, a dor de garganta é muito comum e qualquer infecção pode ser muito perigosa.
A maior ameaça para os alpinistas são os edemas cerebral e pulmonar. Eles acontecem de repente, mesmo que o esportista esteja agasalhado, e podem ser confundidos facilmente com cansaço. Aos 7.000 metros não se pensa com clareza, e a memória também fica debilitada.
No outro extremo estão os mergulhadores, que enfrentam o problema do aumento da pressão atmosférica sobre o corpo. O nitrogênio pode alcançar níveis tóxicos no sistema sanguíneo, inclusive em condições de mergulho recreativo. A necessidade de respirar o ar com tanta pressão produz uma reação em cadeia. Por isso, é necessário que o gás seja distribuído em pressão ambiente, porque se a pressão não for igualada, os pulmões podem entrar em colapso.

Os Efeitos Persistentes dos Esportes Radicais

A falta severa de oxigênio provoca lesões nas células nervosas do cérebro, mas não há indícios clínicos de “lesão cerebral”, e nem de seqüelas, na maioria dos alpinistas que passa muito tempo em altitudes superiores a 7.000 metros.
Alguns mergulhadores profissionais que trabalham em plataformas de petróleo, sofrem de uma doença crônica conhecida como osteonecrose, que produz a morte dos ossos devido à falta de oxigênio, mas esta é uma doença muito rara.
Se deseja quebrar barreiras, lembre-se que o corpo tem limites muito claros. Aproveite a paisagem, a adrenalina e o desafio, mas evite os extremos que podem ser fatais.
Fonte: discoverymulher
Foto: divulgação
Proradicalskate

domingo, 28 de outubro de 2012

Ecoaventura e esportes radicais buscam atrair turistas para Foz do Iguaçu

Além da tradicional visita às Cataratas, destino quer atrair turistas amantes da ecoaventura, esportes radicais e meio ambiente.

                             

Com infraestrutura completa para receber turistas de todo o mundo, a cidade paranaense também é o destino certo para aqueles que curtem esportes radicais e vem investindo para divulgar e atrair turistas com esse perfil. São inúmeras opções que incluem trilhas, rafting, muro de escalada, arvorismo, escalada em rocha, rapel e muito mais, tudo isso em meio a paisagens exuberantes sem deixar de lado a preservação do meio-ambiente.

O Parque Nacional do Iguaçu reúne em um só lugar diversas opções de turismo de ecoaventura, entre eles o passeio Macuco Safári, que começa com uma trilha em meio a Mata Atlântica da região, onde é possível ter uma visão geral da fauna e flora do parque, sendo apenas o início das atividades, tendo como ponto principal o passeio pelas águas do Rio Iguaçu, onde os aventureiros são levados através de barcos infláveis bem próximos às quedas d’água, tudo com muita segurança, e proteção de equipamentos de última geração.

Para os mais corajosos, uma boa pedida é o rafting que desbrava as correntezas do Rio Iguaçu. Os visitantes têm a possibilidade de descer as corredeiras em dois botes (para 10 ou seis pessoas), e encaram um percurso de 2 km de corredeiras radicais e outros dois de águas mais calmas, onde é possível relaxar e aproveitar o passeio. Para a segurança de todos, a atividade é acompanhada de uma lancha de vigilância, que monitora todo o passeio.

Um dia da viagem deve ser reservado apenas para o Cânion Iguaçu: Campo de Desafios, um circuito que oferece diversas modalidades de esportes radicais, que incluem arvorismo,  rapel, escalada em rocha e tirolesa. A primeira delas está dividida em três opções: elementos baixos, elementos altos e tirolesa, além de muro de escalada artificial. Para aqueles que quiserem se aventurar no rapel, após seguir por uma trilha de 360 metros dentro da mata, e chegar até a plataforma principal, a descida é de 55 metros com vista para as Cataratas, com a utilização de todos os equipamentos de segurança, a atividade é indicada para maiores de sete anos, e acima de 35kg.

O Parque Nacional do Iguaçu oferece mais de 30 opções de vias de escalada, com proteções fixas e móveis, nos paredões do Cânion do Rio Iguaçu. A aventura é dividida em duas opções, para aqueles que possuem experiência e equipamentos próprios, e para aqueles que precisam de guia e equipamentos de segurança, fornecidos pelos organizadores do passeio. 

Não menos interessante que os passeios anteriores, as Trilhas do Poço Preto, e Trilha das Bananeiras são indicados para aqueles que preferem algo mais tranquilo. São passeios acompanhados por guias bilíngues, que incluem também passeio de barco motorizado, e caiaques infláveis pelo Rio Iguaçu. Nas trilhas é possível conhecer de perto a fauna e flora da região, com duração de 4 horas, e 2h30, respectivamente.

Foz do Iguaçu possui uma das maiores redes hoteleira do país, e está preparada para receber um número maior de visitantes, sendo que hoje já é o segundo destino mais procurado no Brasil, atrás apenas do Rio de Janeiro. A cidade também  foi escolhida para sediar  uma das etapas do X-Games, espécie de Olimpíadas dos esportes radicais, em 2013,2014 e 2015.


Fonte: Clickfozdoiguacu
Foto: Divulgação
Proradicalskate

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Como foi a conquista do monte Everest?

O ponto mais alto da Terra foi alcançado em 1953 pela expedição britânica chefiada por John Hunt. O feito foi importante para a autoestima dos súditos da rainha, que haviam ficado atrás da Noruega na corrida pela conquista do Polo Sul, em 1911. 

Desde então, subir o Everest havia virado uma questão de honra, justificando décadas de investimentos em tentativas de subir o Himalaia. Além disso, após a 2ª Guerra Mundial, os britânicos tinham cada vez menos influência internacional. 

Tanto esforço culminou com o neozelandês Edmund Hillary e o sherpa (nepalês acostumado a altitudes de mais de 3 mil metros) Tenzing Norgay, membros da equipe de Hunt, fincando os pés sobre o gigante de 8.850 m – feito repetido mais de 2 mil vezes até hoje. “Os primeiros alpinistas foram heróis: não tinham tanta informação nem os mapas e equipamentos que temos hoje”, diz Thomaz Brandolin, primeiro brasileiro a chefiar uma expedição ao Everest, em 1991.


Para o alto e avante
Confira a trajetória da aventura de Hillary e Norgay
Caminho das pedras
A primeira expedição a desbravar o topo do Everest chegou pelo caminho mais instável: o colo sul. Lá existe a “cascata de gelo”, que se quebra e se refaz o tempo todo, além de fendas profundas, escondidas por finas camadas de neve.
Entre as dezenas de rotas atuais, o colo norte é a mais estável, com rochas, que dão mais apoio. A superfície, porém, exige mais habilidade física. Hoje em dia, os aplinistas têm internet, GPS e telefones via satélite. As garrafas de oxigênio, feitas de titânio, pesam 3 kg, e eles só carregam uma
Oxigênio pesado
A expedição contou com oito walkie-talkies, além de um rádio para a base com notícias inglesas e indianas. As garrafas de oxigênio, de alumínio, pesavam até 6 kg – cada um carregava três. Os sacos de dormir e as roupas até tinham tecnologia, como camadas de ar para evitar o resfriamento.
Prato cheio
Para manter a temperatura e a energia do organismo, a neve derretida era misturada com chá ou chocolate e muito açúcar, já que a água tirada do gelo montanhoso não tem sais minerais. O cardápio incluía sardinha, biscoito, damasco, tâmara, geleia de frutas, limonada e sopa.
A dieta atual tem produtos desidratados, que duram mais de dois anos e têm preparo instantâneo, tipo miojo. Também rolam isotônicos.
Barraca armada
As cerca de 30 barracas do acampamento base eram feitas de algodão e náilon. Cada uma tinha sua função: dormitório, refeitório, cozinha e atendimentos médicos. Na base, a expedição se comunicava com a Índia e com a Inglaterra. Os alpinistas subiam um pouco e voltavam a esse ponto todo dia. Hillarye Norgay escalaram e voltaram oito vezes– o trajeto todo equivaleu a 3,5 subidas do Everest.
Agora, são até 250 barracas na base. De lá saem boletins sobre as expedições via internet e fax. Há também cômodos de pedra e banheiros químicos. Antes de Hillary chegar lá, 15 alpinistas perderam a vida na escalada.
FORA DO AR

Os efeitos da falta de oxigênio no organismo

8.000 m - O aproveitamentodo oxigênio vai para 30%, causando muita náusea. A tosse dói como uma facada nas costas. Alucinações indicam que é preciso desistir e descer.
7.000 m - A esta altura, parece que rolou uma bebedeira: é difícil pensar para fazer coisas simples, até mesmo andar e falar. A laringe fica seca e pode congelar.
6.000 m - A diminuição da umidade aumenta o risco de desidratação. A tontura pode incomodar devidoao excesso de calor depois de uma escalada mais difícil. O sol causa queimaduras.
5.000 m - O aproveitamento de oxigênio cai para 50%. A sensação é de ressaca e a ponta dos dedos pode sangrar nas fissuras causadas pelo frio.
4.000 m - A pressão do arpode causar edemas pulmonares, cerebrais e oculares. Os riscos aumentam à medida que a se avança.A falta de apetite pode causar anorexia
3.000 m - A respiração fica curta, a insônia aparece e podem surgir dores de cabeça. Por isso, os alpinistas sobem aos poucos, para se adaptar ao clima. O frio beira 0 °C.

Fonte: abril
Foto: Divulgação
Proradicalskate