sábado, 18 de junho de 2011

O GAMA CONTRA O CRAK “TIRE ESTA PEDRA DO SEU CAMINHO”


O projeto social Skate Park nas Cidades, apóia esta idéia e contribuirá com a divulgação vamos juntos tiras a pedra da frente de muitos jovens, chega de tropeços a mais de dez anos estamos transformando a vida de centenas de jovens através do “skate” e com o conhecimento e a mobilização conseguimos espaço para a construção das pistas de skate em várias cidades hoje os Distrito Federal só tem tempo para andar de skate, chega de histórias como estas que seguem.  

Jovens que tiveram a vida marcada pelo crack vencem o preconceito, Eles conseguiram traçar um novo futuro para suas vidas apesar da convivência com a droga. Iago Ricardo Soares Barbosa, 17 anos. Ele é uma prova de superação para os amigos.
Sua mãe é usuária de crack e para sustentar o vício perdeu tudo e foi morar na rua com o filho. Mesmo assim o garoto jamais provou a droga:

– Eu via a minha mãe sofrendo e não queria este futuro para mim. Ela destruiu a vida delae a minha junto.

Iago pediu ajuda ao Conselho Tutelar e foi encaminhado à Casa Lar, onde começou a traçar um novo futuro.

Já Cleiton Machado, 19 anos, sucumbiu à droga. Em Santa Maria, onde vivia, começou com cola, maconha e por quatro meses usou crack:

– Foi o extermínio da minha vida.

Cleiton saiu de casa, foi morar na rua e cometia pequenos furtos para manter o vício. Pediu ajuda à mãe. Foi levado para uma fazenda de recuperação, onde ficou um ano e se livrou do crack. Recuperado, recebeu abrigo na Casa Lar, onde conheceu Iago.

No local, os jovens receberam o apoio que precisavam para reconstruir suas vidas. A Casa Lar abriga atualmente 11 adolescentes de 12 a 18 anos, em situação de risco social. Lá, os jovens praticam atividades voltadas à prevenção ao uso de drogas, esportes e participam de oficinas, onde aprendem algum ofício .

Apesar do apoio, o passado dos garotos os impedia de arrumar um emprego. Mas a realidade de Cleiton e Iago começou a mudar com a ajuda do diretor técnico do Hospital Santa Lúcia, Fernando Scarpellini Pedroso, 37 anos, que decidiu ajudá-los.
Hoje com carteira assinada, eles auxiliam na manutenção do prédio e sonham com um futuro feliz.

Fonte. ZERO HORA Leila Endruweit com adaptações para o proradicalskate

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